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Cubatão avalia ações para reduzir impactos da reforma tributária no caixa do município

Cubatão estuda medidas para minimizar possíveis perdas de arrecadação com a implantação da reforma tributária do consumo, que altera regras de cobrança e distribuição de impostos no país e prevê um período de transição que vai até 2033.

 

A preocupação é maior em cidades com perfil industrial, como Cubatão, onde a atividade econômica tem peso relevante na formação de receitas municipais.

 

A administração municipal acompanha as mudanças e avalia alternativas para preservar o equilíbrio financeiro durante o novo modelo, que ainda passa por fases de regulamentação e ajustes. A leitura interna é de que a transição pode provocar oscilações no repasse e exigir planejamento para evitar impacto direto em áreas como serviços públicos e investimentos.

 

Nos bastidores técnicos, esse tipo de estratégia costuma envolver simulações de cenários, reforço de gestão e fiscalização tributária e atualização de cadastros, além de articulação institucional para defender os interesses de municípios no desenho das novas regras.

 

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) tem alertado que a reforma exige adaptação dos entes locais, inclusive em processos e sistemas ligados à arrecadação e ao controle fiscal.

 

A discussão ocorre em um momento em que Cubatão também acompanha pautas ligadas à competitividade do Polo Industrial. Recentemente, a Prefeitura comemorou a aprovação no Senado de um regime tributário de transição voltado à indústria química e petroquímica, medida que, segundo o governo municipal, beneficia diretamente o complexo industrial da cidade.

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Julia Figueiroa

http://cubataonoticias.com

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