Uma cabeleireira de 45 anos ficou ferida após ser atingida por uma taça de vidro na saída de um bar em Praia Grande. O ataque aconteceu na Rua Mococa, no bairro Boqueirão, durante a madrugada de domingo (13).
Segundo o boletim de ocorrência, a mulher estava deixando o estabelecimento acompanhada de uma amiga e do namorado dela quando foi abordada pela suspeita, por volta da meia-noite.
A vítima relatou que não conhecia a agressora e que não havia ocorrido nenhuma discussão entre as duas antes do ataque. De acordo com o relato, a mulher teria quebrado a taça contra sua cabeça.
Após ser atingida, a cabeleireira percebeu que estava sangrando e deixou o local. Conforme o registro policial, a suspeita ainda teria tentado iniciar uma briga.
A vítima foi levada por amigos ao Hospital IGESP, em Praia Grande, onde recebeu atendimento médico. Ela precisou levar aproximadamente 20 pontos devido aos cortes no rosto, que atingiram regiões próximas ao supercílio, abaixo do olho e no maxilar.
O caso foi registrado como lesão corporal no 2º Distrito Policial de Praia Grande. Até o momento, ninguém foi preso.
Vítima afirma não saber o motivo da agressão
A cabeleireira contou que ficou sem entender o motivo do ataque, já que nunca havia tido contato com a mulher que a agrediu.
Depois da ocorrência, ela foi informada de que a suspeita seria ex-namorada do atual companheiro da amiga que estava com ela no momento em que deixava o bar.
Pessoas próximas à vítima levantaram a possibilidade de que a agressão tivesse como alvo a amiga. A cabeleireira, porém, afirmou acreditar que ela própria foi escolhida pela agressora.
Segundo o relato, mesmo após perceber os ferimentos e a quantidade de sangue, a suspeita continuou tentando se aproximar e teria dito que queria agredi-la novamente.
Ferimentos impedem cabeleireira de trabalhar
Autônoma, a vítima afirmou que está temporariamente impossibilitada de trabalhar por causa dos ferimentos provocados pela agressão.
Além das consequências físicas, ela demonstrou preocupação com a situação financeira e com a própria segurança e a de seus familiares.
A mulher também relatou estar com medo diante da possibilidade de novos episódios, principalmente por não conhecer a agressora e não saber o que poderia motivar outra abordagem.







